
terça-feira, junho 30, 2009
GG


domingo, junho 28, 2009
Descanso....
quinta-feira, junho 25, 2009
Fugas Descaradas...

Era considerada por todos uma mulher simpática, inteligente mas reservada. Não se dava logo quando conhecia alguém, para ela a confiança era algo que tinha que ser conquistado e alimentado, caso contrario não os considerava amigos.
Para sua casa só convidava pessoas que eram realmente amigas, e por vezes isso provocava alguns conflitos com os amigos porque lhe diziam que ela tinha que mudar, que assim não conseguiria fazer novas amizades. E ela com ar de pouco preocupada dizia-lhes sempre o mesmo «tenho-vos não preciso de mais ninguém...já me bastam vocês para me atormentarem o juízo...».
Tinha dito algumas desilusões nos últimos anos e por esse facto acabou por se tornar mais reservada. Fazia questão em não recordar as histórias passadas e evitava cruzar-se com as pessoas que considerava estar na sua lista negra.
Em miúda tinha a mania de mudar de passeio, quando se cruzava com alguém que não queria cumprimentar, agora já adulta usava a técnica do chapéu de chuva ( quando chovia) e dos óculos de sol.
O seu querido chapéu de chuva já lhe tinha safado de alguns situações desagradáveis, ex-namorados rodeados dos filhos, amigas que a traíram, casos mal resolvidos. Para todas essas situações tinha sempre o seu chapéu que evitava sempre o contacto visual, baixando a cabeça sempre que havia uma situação perigosa por perto.
Num desses episódios, encontrava-se Júlia, uma amiga de infância de Ana. Júlia ficou espantada com o jeito para fingir que não conhecia as pessoas por quem passava.
- Tu és incrível, finges com uma subtileza incrível. - sussurrou-lhe a amiga
- Ahhh? Estás a falar de quê ? Não estou a perceber - Fazendo-se de parva
- Ohhh que ingénua que você é...eu vi o Francisco a passar com os filhos e tu também viste...
- Qual Francisco ? Não me escondi de ninguém...
- Ainda sentes alguma coisa por ele ? Aiii não posso...tu ainda ficas mexida quando o vês!
- Cala-te, és ridícula... eu com saudades daquele anormal...pleasse...era o que mais me faltava! Podemos continuar ? Não quero chegar atrasada ao almoço.
Ana vivia frequentemente episódios deste género, os amigos chamavam-na à razão e ela sempre a desmentir. Já fazia parte do seu dia a dia. Cruzava-se infelizmente com muita frequência com algumas personagens da sua vida passada que preferia evitar.
Um dos episódios mais caricatos foi passado com um amigo especial com quem andava a sair. Depois de terem passado a noite juntos, foram tomar o pequeno-almoço a um café perto da casa dela. Ao entrarem Ana afastou-se do rapaz e foi cumprimentar um casal:
- Olá Ana, está tudo bem ? - Perguntou uma senhora
- Está tudo bem obrigado e com os senhores ? - Questionou educadamente Ana
- Estamos óptimos...felizmente! Então namorado novo?
- Não, é apenas um colega de trabalho! - Mentiu descaradamente, tentado fugir da situação.
A conversa foi de circunstancia e ela despediu-se formalmente dos senhores e voltou para a mesa onde o rapaz a esperava.
- Então alguém conhecido ?
- Sim! - respondeu friamente
- Parecem simpáticos!
-São.
- Estás a esconder alguma coisa ?
- Não, eram os pais do Manel...
- Manuel ? Aquele Manel...com quem estiveste noiva ?
- Sim...
-Ahhhh bonito...é sempre bom encontrarmos os ex-sogros!
É claro que tanto para ele como para ela o pequeno-almoço já não foi saboreado da mesma maneira. Apressaram-se para sair dali o mais rapidamente possível, sem falar mais do assunto.
Naquele instante só teve vontade de ter o seu chapéu de chuva para se esconder.
«As vezes só me apetecia ir viver para a província e assim evitar estas cenas» falou para si em voz alta depois de se ter despedido do amigo.
Estava a tentar entrar no prédio quando foi surpreendida com uma voz que lhe era familiar atrás de si. Não podia ser a pessoa que estava a imaginar, não podia mesmo. Antes de se virar fechou os olhos e não quis visualizar aquela pessoa. Mas talvez estivesse enganada.
quarta-feira, junho 24, 2009
A Caixa

(...) Depois do vinho, das peonias e das sms's não haviam dúvidas para ela que aquilo só podia ser de alguém que a conhecia muito bem.
Tomou coragem e pegou no telemóvel para ligar ao número de telefone que lhe tinha andado a enviar as ditas sms's.
Chamou, chamou nada, ninguém atendia. Começou a ficar furiosa, com toda aquela situação. Tinha que fazer alguma coisa, não podia passar daquele dia.
Insistiu novamente, mas sem ter esperança que atendessem.
- Olá Rita curiosa....
- Estou a falar com quem ?
- Calma Ritinha, calma!
- Olhe calma estou eu, quero é resolver de vez toda esta situação!
- Oh Rita diga lá que não está a gostar ? Você até gosta de mistérios e de desafios...este foi apenas mais um!
- De onde é que me conhece para achar que me conhece assim tão bem?
- Se lhe revelasse iria estar a estragar o encanto desta conversa.
- Olhe não tenho muita paciência para estes joguinhos, ou me diz quem fala ou então serei obrigada a desligar.
- Tenha calma Rita, calma!
Entretanto a campainha de Rita tocou, foi até à porta enquanto falava ao telefone com o desconhecido.
Abriu a porta e percebeu que não estava lá ninguém, apenas uma caixa quadrada. Puxou a caixa para casa e continuo ao telefone.
- Então recebeu uma encomenda ?
- Como é que sabe ?
- Que falta de imaginação....faça um esforço e pense...
- Olhe não vou abrir, vou deixa-la onde estava e se quiser vir buscar venha.
- Não é preciso reagir assim, a resposta a todas as suas perguntas está dentro da caixa.
- É preciso ter lata, realmente!
- Não estou a perceber...lata porquê? Estou a ajuda-la a descobrir o tal mistério que julga existir e que não existe!
E a chamada caiu, o desconhecido desligou deixando Rita a pensar no que haveria de fazer. Ou abria a caixa e descobria todo o mistério, ou então podia também optar por ignorar tudo e arriscava-se a que os telefonemas continuassem e as entregas de presentes também.
Pensou, pensou e decidiu que iria abrir a caixa.
Pousou-a no chão da sala e colocou-a entre as pernas. Foi buscar uma tesoura e começou a cortar a fita-cola. De lá de dentro sobressaia um tecido cor de rosa que não dava para perceber à primeira o que seria.
Retirou tudo da caixa e percebeu que era um casaco, precisamente aquele que tinha há muito desejado comprar, mas que nunca o tinha feito por achar demasiado caro. Dentro de uma sacola de cetim branco vinham um vestido preto e uns sapatos a condizer. Procurou ainda dentro da caixa se existia algum bilhete, algo que pudesse identificar quem lhe tinha oferecido o casaco. Não era tarefa fácil adivinhar quem seria, pois durante meses, passou pela loja com diversos amigos e podia ser qualquer um. Fazia questão de lá passar para saber se ainda existia algum para mais tarde comprar.
A dúvida permaneceu, na caixa não existia nenhum bilhete, nenhum sinal. (...)
terça-feira, junho 23, 2009
Desafio...

Será ?
(...)
Pensou nos acontecimentos daquela tarde, e começou a procurar nos papeis antigos, a ver se conseguia encontrar o número de telemóvel dele.
Procurou, encontrou a tal agenda que sabia que tinham alguns contactos antigos e descobriu o número dele.
Sentou-se tranquilamente no sofá, cruzou as pernas e marcou o número:
- Estou! - disse do outro lado do telefone
- Estou, boa noite, será possível falar com o Miguel ? - Perguntou Gisela percebendo que não era ele.
- Ahh este já não é o número do Engenheiro, ele agora tem número de telefone confidencial!
- Mas era muito urgente, sou uma amiga de infância, precisava mesmo de falar com ele.
- Lamento minha querida, mas não posso mesmo ajuda-la!
- Ohh que chatice, demorei tanto a encontrar o número e agora não dá em nada.
- Se desejar posso ficar com o seu contacto e peço-lhe para lhe ligar assim que seja possível. Concorda ?
- Mas é claro, que concordo.
Gisela lá deixou o número de telefone e ficou durante horas e hora a olhar para o telemóvel na esperança que ele lhe ligasse. E nada.
Desistiu de conseguir falar com ele e agarrou-se ao computador onde lhe esperava muito trabalho atrasado.
Descarregou os emails e para sua surpresa Miguel tinha-lhe escrito.
" Gisela, não sei qual foi o teu objectivo ao ligares para mim, mas só posso prever que estejas arrependida da figura ridícula que vens a fazer nos últimos dias. Mais do que tudo sempre fui teu amigo, esquece o que se passou e pensa que apesar de termos sido o que fomos éramos amigos. Havia uma relação de confiança e amizade que sempre permaneceu entre nós. E por esse facto, não percebi a tua agressividade nestes últimos dias. Estive a reflectir e acho por bem nos afastarmos, a Maria está para chegar do hospital e não quero maça-la com fantasmas antigos.
Até breve!"
Gisela ficou perplexa com o email e a lata de Miguel falando até para si própria " ...mas desde quando é que eu sou um fantasma ? Desde quanto é que existia uma relação de confiança entre nós? depois de tudo o que me fizeste é claro que não há confiança nenhuma! Get a life.....raios mas porquê, porque é que me apareceste assim de repente e agora pensas "tá tudo bem"! Vai pró raio que te parta...vai morrer longe...era o que mais me faltava.".
Foi até ao quarto de banho, e refrescou a face, sentia-se esgotada, era muita coisa ao mesmo tempo, e ela sem espaço para respirar.
Decidiu responder-lhe ao email com o que tinha acabo de dizer para si própria...eram as palavras, segundo ela, que o fariam de certeza nunca mais dar sinal de vida e o de certeza que ele iria afastar-se para sempre!
Passou a noite em claro a pensar na troca de emails, se tinha agido correctamente mais uma vez, se tinha sido sensata e chegou à conclusão que definitivamente tinha sido o melhor a fazer.
Levantou-se com umas enormes olheiras como já esperava, tomou um duche rápido, enrolou-se no robe e tentou disfarçar com o corrector as olheiras que estavam mais profundas que nunca. Olhou-se ao espelho e disse " bem, o que vale é que este produto faz milagres, parece que dormi um dia inteiro...bem dito sejam as modernices da cosmética". Passou rapidamente pelo frigorífico bebeu um copo de sumo de laranja e tirou uma maça da fruteira e apressada rumou para mais um dia de trabalho.
Deu os bons dias ao senhor Aníbal, subiu no elevador com uma colega de gabinete e deixou cair a pasta mal entrou no seu escritório.
- O que fazes aqui ? - perguntou Gisela.
- Não gosto de situações mal resolvidas, e já me conheces muito bem para saberes disso! - Disse-lhe Miguel
- Olha vou ter um dia ocupado, como sabes tenho uma apresentação para fazer e tenho que finalizar hoje! - Tentou convence-lo Gisela.
- Lamento, mas nada me vai fazer sair daqui sem que as coisas se resolvam entre nós - Disse-lhe convicto
- Diz, e sê rápido! - Respondeu-lhe friamente Gisela
- Só quero que saibas que quando há uns anos te deixei tinha uma explicação, se bem te lembras eu já namorava com a Maria há muitos anos e tu apareceste numa altura que me sentia com dúvidas sobre a relação que tinha com ela, por um lado ela dava-me muita estabilidade mas por outro a nossa relação estava a tornar-se rotineira.
- Estabilidade ? Só se for financeira... - Provocou-o Gisela
- É claro que também foi financeira, como te recordas, não passava de um puto que queria vencer na vida, queria sair do campo e vir para a cidade, queria ser alguém, o meu sonho era ser tratado por engenheiro. E isso quer queiramos quer não só podia conseguir com a ajuda da Maria e do pai dela que sempre me considerou um filho. Não podia deixar para trás um sonho e fugir contigo, não podia. Havia muita coisa em jogo e isso era importante para mim.
- Queres dizer então que eu não fui importante para ti ?
- É claro que foste, caso contrario não estava aqui hoje, não tinha vindo falar contigo hà uns dias. A Maria sempre soube de ti, nunca soube ao certo quem tu eras e de onde tinhas vindo, mas sabia que tinha existido uma mulher na minha vida que me tinha deixado marcas para sempre. Como estava a dizer, com a ajuda do pai da Maria fui para a faculdade, e depois estive três anos a fazer um mestrado nos Estados Unidos e a Maria sempre que podia ia ter comigo. Vivemos praticamente uma relação afastada durante esse período, só estávamos juntos de tempos a tempos. O meu objectivo sempre foi regressar a Portugal e terminar tudo com ela, queria começar a trabalhar e pagar todos os gastos que tinham sido pagos pela sua família para não ficar a dever nada a ninguém. Mas infelizmente a Maria surpreendeu-me e quando regressei a Portugal ela já tinha tudo marcado, umas semanas depois era o nosso casamento. Na cabeça dela e da sua família fazia sentido, já namorávamos há mais de seis anos e aquele era o momento certo. Foram as semanas mais difíceis da minha vida, a minha eterna dúvida se continuava com ela ou se acabava com aquele teatro todo.
- Então e porque é que então casaste se não querias?
- Porque a Maria entretanto engravidou, parece que uma das vezes que ela foi ter comigo engravidou.
- Não sabia que tinhas filhos.
- Calma já chego lá. (...)
segunda-feira, junho 22, 2009
A cidade...
Eu adoro Lisboa ao fim de semana, consegue-se chegar a todo o lado num pulinho. Consegue-se estacionar sem perder uma hora, e consegue-se aproveitar o que de melhor há por cá! sábado, junho 20, 2009
Baile de Verão...

Sons de Sábado...
Impossível não pensar em calor e não pensar nestes grandes senhores da musica cubana!
Bommmm Sábado!
sexta-feira, junho 19, 2009
O jogo...

quinta-feira, junho 18, 2009
Ser o que não se é...

quarta-feira, junho 17, 2009
Depois da Coincidência...

Espantada com a lata dele, apagou a mensagem, "mas quem é que ele pensa que é! Era só o que me faltava, depois de tudo ter feito para esquecer da sua existência, agora aparece-me como se nada fosse, cobarde".
Tentou esquecer por algumas horas o episódio que se tinha passado com Miguel, concentrou-se no trabalho e tratou de organizar uma apresentação que tinha para fazer na semana seguinte no "open day" da empresa, em que tinha que se apresentar perante os colega. Como era nova tinha ainda mais responsabilidade, sabia que a iria olhar de alto a baixo, pois o lugar que ocupava era desejado por muitos, e dificilmente se chegava onde ela estava. A inveja era muita e por isso tinha que dar ao litro para sair vitoriosa da apresentação.
Pediu à secretária que não lhe passasse chamadas de ninguém, inclusive de colegas. Trancou-se no seu escritório até ao final do dia, esqueceu-se das horas e só deu pelo tempo passar quando anoiteceu.
Tentou por inúmeras vezes ignorar o email, mas precisou enviar um relatório ao director e quando abriu o email percebeu que Miguel não tinha desistido de falar com ela. Haviam mais de quinze emails dele, por momentos ponderou apagar e esquecer, mas ele tinha feito o trabalho de casa bem feito, no assunto dos emails lia-se "POR FAVOR RESPONDE-ME A SMS", e " NÃO ME IGNORES DEIXA-ME FALAR CONTIGO" e também "Ainda sentes alguma coisa por mim?". Estando no assunto dos emails, era inevitável que ela não lesse o seu conteúdo.
Era preciso ter realmente muita lata para lhe fazer tal pergunta, mas ela não tinha dúvidas, ou pelos menos achava que não tinha.
Abriu um novo email e escreveu: " Miguel, parece-me que não fui suficientemente clara quando hoje te disse que não queria voltar a cruzar-me contigo, que não queria falar contigo. Não te guardo rancor, mas não te quero perto de mim, o que passou passou, já não significa nada. Foi um acidente de percurso que não voltará a acontecer. Quanto ao passado, a seres um miúdo, sabes tão bem quanto eu que não eras assim tão miúdo como queres transparecer. Eras suficientemente adulto para teres assumido a responsabilidade e aceitares aquilo que estávamos a viver. Mas como já te disse, passou, não quero pensar mais nisso. Concentra-te na tua relação com a Maria e esquece-me."
Acabou de escrever o email e encerrou o computador, arrumou os papeis e vestiu o casaco, despediu-se dos colegas e rumou até ao estacionamento para ir buscar o seu carro.
Colocou a pasta na mala, ligou o carro e puxou a bolsa de cd's que tinha por baixo do banco. Pensou para si "o primeiro que vir vai ser o que vou ouvir..." gostava de fazer esse jogo, caso contrario sabia que ouvia quase sempre o mesmo cd, com esta brincadeira sabia que iria ouvir um cd que provavelmente já não escutava há algum tempo. Abriu a bolsa e apareceu Caetano Veloso "Livro", um dos seus cd preferidos de sempre. Colocou a música "Não Enche" e cantarolou enquanto tirou o carro do parque. Despediu-se do senhor Aníbal, porteiro da empresa, e desejou-lhe um resto de bom trabalho. Quando saiu do parque foi literalmente trancada por outro carro. Apitou, barafustou e a pessoa saiu do carro.
"Era o que mais faltava" disse em voz alta, do outro carro saiu Miguel.
terça-feira, junho 16, 2009
Pois então...

segunda-feira, junho 15, 2009
Viciante...
Recentemente num jantar de aniversário alguns amigos aconselharam-me o livro e o filme "Crespusculo" como não sou muito fã de histórias de vampiros fiquei reticente. Ouvi os comentários de quem tinha lido o livro e quem tinha visto o filme e fiquei realmente curiosa. domingo, junho 14, 2009
Chasing Dorota
A empregada mais querida das séries ganhou uma só dela! Mini-série narrada e estrelada por Dorota (Zuzanna Szadkowski), mostra o dia dia da empregada mais admirada do Upper East Side. São apenas 6 episódios disponíveis na web.
Não nos podemos esquecer que Dorota é sem saber uma grande amiga e confidente da Blair. E por isso esta serie promete! Pelo menos enquanto esperamos pelo regresso de Gossip!
sábado, junho 13, 2009
Confessions of a Shopaholic...
Rebecca Bloomwood: When I was 7 most of my friends stopped believing in magic. That's when I first started. Tehy were beautiful, they were happy. They didn't even need any money, they had magic cards.
Adorei o filme, confesso que não estava nada à espera de gostar tanto...achei a Bek uma personagem e tanto, divertida, inteligente...Achei encantadora a história, fútil é certo mas dá para tirar conclusões...não gaste aquilo que não tem, porque se não acaba por ter que vender todo o seu guarda-roupa para pagar dividas! Confesso que estes últimos dias tem-me dado para ver filmes mais lights...ando a precisar...não pensar muito e rir, rir muito! Há épocas assim! Quero mais...
Delicious! Será que vai haver continuação ?
sexta-feira, junho 12, 2009
Ser o que já não se é...

quinta-feira, junho 11, 2009
Cineminha...

Na terça foi dia de " I Love You, Man" no cinema. Com o giraço do Paul Rudd que ultimamente tem andado cheio de filmes (brevemente irá estrear um com a sô dona Eva Longoria PARKER, atenção que a senhora agora já adoptou o Parker...não sei bem porquê...mas enfim...seja!). Sabia que não era um filme que pagasse para ver, mas como foram oferecidos os bilhetes a malta lá foi. Não é um filme brilhante mas deu para rir bastante e para descontrair o que as vezes também é preciso!
Coincidências...

quarta-feira, junho 10, 2009
True...

terça-feira, junho 09, 2009
Bem me Quer...

Tem que ser capaz de me seduzir sem que meio mundo perceba, tem que ser capaz de me fazer crer que sou única no mundo e que tudo o que já viveu é passado, tem que me fazer criar castelos encantados e sonhar.
Tem que saber seduzir os meus amigos e ser o maior cavalheiro do mundo e arredores, tem que saber que ordinarices e comparações com ex não é delicado. Perguntas só as de circunstancia, tudo o que possa suar a intimo não deve ser questionado.
segunda-feira, junho 08, 2009
Silêncios...

sábado, junho 06, 2009
Sons de Sábado...
"...Sei lá, o que te dá
Não quer meu calor
São Jorge, por favor
Me empresta o dragão
Mais fácil aprender
Japonês em braile
Do que você decidir
Se dá ou não..."
Djavan é uma das vozes da MPB que mais adoro...é doce, envolvente e canta o amor como ninguém!
Esta é uma das músicas que mais AMO dele...e sei que há uma borboleta na blogoesfera que também...aqui fica uma beijoca especial para ela *
sexta-feira, junho 05, 2009
Eu gosto de histórias...

quinta-feira, junho 04, 2009
Neverland...

quarta-feira, junho 03, 2009
Tempo de “dormência”...

(...)
terça-feira, junho 02, 2009
Ora esta...
Depois de uma semana cheia de calor, em que já pudemos pôr os nosso pezinhos ao ar, e vestir aquelas roupas fresquinhas fresquinhas, ir para a esplanada até de madrugada, abrir as janelas de casa sem ter que ligar o aquecedor...eis que...no fim de semana que a malta combinou ir para um fim de semana hiper radical, ameaça chover lá para os lados de Castelo Branco...ohhh senhooooriis, pleasseeee a meteorologia deve ter falhado mais uma vez as suas previsões...só pode! Só pode!A vida é um Carrossel...

segunda-feira, junho 01, 2009
Vida Alheia...

Questiono-me muitas vezes porque é que as pessoas se interessam mais pelas desgraças dos outros do que com as alegrias?
É verdade...se não vejamos...quando há um acidente nas estradas é ver toda a gente a reduzir a velocidade ( se não mesmo a parar) para ver a situação, já viram alguém parar o carro para verem dois apaixonados a beijarem-se ou a casarem?
As revistas cor de rosas já provaram que vendem mais com as desgraças das estrelas do que com a sua felicidade...o que vende é o drama de faca e alguidar não é os casamentos e os filhos.
Quantas vezes deram por vocês com vontade de ligar à pessoa x e y porque souberam que tem um problema de saúde ou está em fase de divorcio? E quando essa pessoa é promovida ou anunciou que vai viver com o namorado, a vossa vontade é nem um telefonema fazer.
Será que a felicidade alheia incomoda mesmo o ser humano? Será ?
Recentemente ouvi uma conversa e fiquei a matutar sobre:
Ele: A mulher do Guilherme está gravida?
Ela: ohh que bom p'ra eles ( com sarcasmo!)!
Ele: Por acaso é, eles queriam tanto engravidar..
Ela: Mas não é "eles queriam" é ela queria...engravidar só engravida ela e não ele... (ruída de inveja!)!
Ele: Ohhh não sejas assim, engravidaram é maneira de falar...
Ela: Olha que sejam muito felizes...longe!
Ele: Às vezes não te percebo...a sério que não...gostas tanto de crianças e depois tens esta reacção...ridícula!
Ela: Sabe-se lá porque!
Ouvi e registei...realmente há pessoas que tudo o que lhes rodeia lhes mete uma certa comichão...há pessoas que tentam a todo esforço imitar a vida alheia. Uma amiga recentemente revelou-me que tem uma familiar que é assim, que imita tudo e mais alguma coisa, quando ela engravidou a dita quis porque quis engravidar ao mesmo tempo, quando se soube que a minha amiga ia ter um rapaz a familiar desta ficou triste porque ia ter uma menina. Depois vieram os carros e as viagens...o que a minha amiga comprasse a outra comprava. Os filhos foram para o infantario e lá foi a dita colocar os miudos no mesmo local que a minha amiga, o marido ofereceu-lhe uma mala da Carolina Herrera no natal a outra teve que ter uma igualzinha, a minha amiga programou ir passar o ano novo a Veneza lá foi a outra atras...ohhhhh pesadelo...
Confesso que a mim me mete um pouco confusão este tipo de pessoas, pois parece que não tem personalidade própria e que precisam da vida alheia para se sentirem vivas. Ridículas!



